Shell se recupera e alcança o top10 com dois pilotos na segunda corrida da Stock Car em Goiânia

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Após grid embaralhado por chuva no sábado e problemas na corrida 1, Gaetano di Mauro e Ricardo Zonta ficam em sétimo e oitavo na prova 2

Numa rodada dupla difícil e bastante disputada para os pilotos da Shell, Gaetano di Mauro e Ricardo Zonta conseguiram chegar ao top 10 da segunda prova em Goiânia, em sétimo e oitavo lugares. Átila Abreu e Galid Osman também pontuaram na segunda prova, depois de um começo de domingo complicado.

Na primeira prova, os pilotos da Shell tentaram escapar das confusões no pelotão, mas na curva 0, no fim da primeira volta, um toque entre outros competidores fez com que Zonta e Átila tivessem de sair da pista. À frente, Gaetano manteve o 12º lugar da largada, e Galid subiu para 19º.

Di Mauro teve a corrida comprometida logo na quarta volta ao ter o pneu traseiro direito furado. Já Átila teve uma boa relargada após safety car e começou a ganhar posições. Na metade da prova, Átila, Galid e Zonta estavam juntos na pista, do 18º ao 20º lugares, e assim foram para o pit stop.

No retorno, o paranaense subiu para 18º, enquanto o sorocabano caiu para 20º, à frente de Osman. Faltando três minutos para o fim, Átila fez uma segunda parada nos boxes já pensando na segunda corrida. Já Zonta fechou a prova em 18º, e Galid, em 22º, depois de uma segunda parada.

Na segunda corrida, Gaetano saiu dos boxes, e Zonta fez ótima primeira volta, pulando de 18º para 11º – Átila saltou para 17º, e Galid ficou em 20º. Ricardo entrou rapidamente no top10, enquanto Abreu, Osman e Di Mauro ficaram juntos, entre 16º e 18º.

Átila foi o primeiro piloto da Shell a fazer o pit stop, seguido por Gaetano e Zonta. Galid estendeu sua janela e liderou por uma volta. Quando todos fizeram a parada obrigatória, Zonta subiu para sexto, Gaetano para décimo, Átila para 12º, enquanto Osman ficou em 15º.

Di Mauro seguiu sua escalada e pulou para oitavo, logo atrás de Zonta. Na última volta, Gaetano fez a ultrapassagem e cruzou em sétimo, à frente do paranaense. Átila completou em 12º, com Galid logo atrás.

A última corrida da temporada da Stock Car, com pontuação dobrada, será disputada daqui a três semanas, em Interlagos.

O que eles disseram:

“Na primeira corrida corrida foi uma pena ter furado o pneu. Sabíamos que tínhamos um ritmo pelo menos para acompanhar o pessoal, já ia salvar alguns pontos, com chance de pegar uma inversão de grid. Tive também um problema no câmbio na saída para a corrida 2. Minha borboleta não estava funcionando, a equipe saiu correndo e colocou um outro volante. Saí largando do box, e você tem uma diferença grande para o pelotão. Mesmo assim, fomos fortes e rápidos, deu para disputar até o fim. Foi uma corrida difícil, mas emocionante para quem estava lá dentro.”
Gaetano di Mauro, piloto da Shell Helix Ultra no carro #11

“Foi difícil a corrida, até mesmo porque a primeira largada teve muitos toques, o pessoal estava muito apavorado, me colocando em posições difíceis, nas quais eu ficava para fora. Para conseguir levar o carro, fui conservador e perdi várias posições. Na relargada, antes da linha de largada, vários pilotos já estavam me passando, ainda mais que a luz do painel estava acesa. Sei que não é referência, mas como todo mundo deu a largada se ninguém sabia sem ser os cinco primeiros? Teve uma questão de sorte dos pilotos que aceleraram antes, mas isso não é totalmente limpo. Na segunda corrida, larguei bem, me posicionei bem, o carro se comportou muito bem. Só que quando troquei o pneu, meu carro ficou muito dianteiro e não consegui atacar. Fiquei cuidando pneu dianteiro, porque esfregava demais, e não conseguir ter ritmo para ir para cima.”
Ricardo Zonta, piloto da Shell V-Power no carro #10

“Meu carro tinha problema de reta, e eu tomava meio segundo de qualquer adversário na reta. Aí você tenta de alguma maneira jogar com a estratégia, fiquei três minutos parado para economizar combustível e mexer no carro, e os outros não fazem isso, gastam três voltas a mais, daí na hora de abastecer, você é o que mais abastece. Não fizemos uma coisa nem outra.”
Átila Abreu, piloto da Shell V-Power no carro #51

“Com certeza não foi o que esperávamos. Fomos para a segunda corrida com o tanque cheio e todos os pushes, mas na largada deu um efeito sanfona e tomei uma pancada na traseira. O carro rápido que tinha na primeira corrida sumiu por causa disso. Então, só consegui me arrastar na corrida para fazer uns pontinhos.”
Galid Osman, piloto da Shell Helix Ultra no carro #28

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

Por: Luis Ferrari

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Sobre o Autor

Formado em Educação Física e especializado em Jornalismo Esportivo. Editor e proprietário do Templo dos Esportes

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